O Beijo no Asfalto
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de Nelson Rodrigues
encenação Tónan Quito
Antes de morrer, um homem atropelado pede a um desconhecido, que correra para o salvar, um beijo na boca. O gesto provoca a reprovação pública, o preconceito sexual anima a perseguição policial e a especulação jornalística. No Brasil, à época, O Beijo no Asfalto (1960), de Nelson Rodrigues, “não foi um sucesso tranquilo”, provocou indignação e polémica. E aqui, agora? À vitalidade do olhar de Tónan Quito cabe a leitura desta “tragédia carioca” numa encenação que respeita o português do Brasil, reunindo um elenco de atrizes e atores brasileiros residentes em Portugal. A defesa da língua portuguesa, eixo programático das nossas produções para esta temporada, também se assume na paixão pelas suas variantes e sotaques. E quem melhor do que Nelson Rodrigues para nos dar a senti-la, tão virtuoso é o seu teatro “na utilização direta do idioma vivido”. Para ele, O Beijo no Asfalto era, acima de tudo, uma inquirição metafísica sobre o problema da morte. Como se vida e morte se enlaçassem, a morte beijada na boca. “Lindo beijar quem está morrendo!”
cenografia José Capela desenho de luz Daniel Worm d’Assumpção desenho de som Francisco Leal figurinos Elisabete Leão apoio à dramaturgia e à encenação Bernardo Haumont interpretação Allex Miranda, Bárbara Meirelles, Beto Coville, Dai Ida, Gabriel Delfino Marques, Genário Neto, Joyce Souza, Julia Prado, Luciano Luz produção Teatro Nacional São João
dur. aprox. 1:30
M/14 anos
encenação Tónan Quito
Antes de morrer, um homem atropelado pede a um desconhecido, que correra para o salvar, um beijo na boca. O gesto provoca a reprovação pública, o preconceito sexual anima a perseguição policial e a especulação jornalística. No Brasil, à época, O Beijo no Asfalto (1960), de Nelson Rodrigues, “não foi um sucesso tranquilo”, provocou indignação e polémica. E aqui, agora? À vitalidade do olhar de Tónan Quito cabe a leitura desta “tragédia carioca” numa encenação que respeita o português do Brasil, reunindo um elenco de atrizes e atores brasileiros residentes em Portugal. A defesa da língua portuguesa, eixo programático das nossas produções para esta temporada, também se assume na paixão pelas suas variantes e sotaques. E quem melhor do que Nelson Rodrigues para nos dar a senti-la, tão virtuoso é o seu teatro “na utilização direta do idioma vivido”. Para ele, O Beijo no Asfalto era, acima de tudo, uma inquirição metafísica sobre o problema da morte. Como se vida e morte se enlaçassem, a morte beijada na boca. “Lindo beijar quem está morrendo!”
cenografia José Capela desenho de luz Daniel Worm d’Assumpção desenho de som Francisco Leal figurinos Elisabete Leão apoio à dramaturgia e à encenação Bernardo Haumont interpretação Allex Miranda, Bárbara Meirelles, Beto Coville, Dai Ida, Gabriel Delfino Marques, Genário Neto, Joyce Souza, Julia Prado, Luciano Luz produção Teatro Nacional São João
dur. aprox. 1:30
M/14 anos
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Where is it happening?
Teatro Municipal Joaquim Benite, Av. Professor Egas Moniz, 1,Almada, Portugal
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Host or PublisherTeatro Nacional São João



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