Kung-Fu
Advertisement
de Dieudonné Niangouna
dramaturgia e encenação Renata Portas
“Para mim representar é um combate. É kung-fu. Um combate contra si mesmo.” Kung-Fu, o solo autobiográfico de Dieudonné Niangouna, dramaturgo, encenador e ator congolês, testemunha o teatro como uma arte marcial, uma arte de combate: “É a fight.” Terão sido palavras como estas que, há mais de dez anos, Renata Portas ouviu na FLUP, quando Niangouna falava sobre como o teatro lhe salvara a vida. “Onze anos mais tarde, li várias peças e esta atravessou-me pelo nome, primeiro (imagens na retina: Bruce Lee, mais tarde, Tarantino, filmes com pipocas, a infância, carros e Steve McQueen).” Uma afinidade revelou-se assim, uma vez que o herói de Kung-Fu é um contador de histórias de filmes (não só de kung-fu, mas especialmente), de mil aventuras vividas ou fantasiadas, um homem-palavra. “Depois de tanto contar filmes, acabei por me contar a mim próprio.” O Kung-Fu de Renata Portas, com Diogo Tormenta a encarnar o solo, leva-nos a participar do combate, a insistir no teatro. “A vida é o que eu ponho no palco. Falar de dentro de mim. Falar fora de mim. Para falar às pessoas.”
interpretação Diogo Tormenta tradução Regina Guimarães apoio ao movimento Isabel Ariel desenho de luz Rui Quintas Azevedo, Renata Portas vídeo Vasco Monteiro figurinos Público Reservado fotografia João Coles grafismo e comunicação lina&nando produção executiva Carla Gomes produção Público Reservado apoio Fundação GDA – Apoio à Criação, Escola Superior Artística do Porto residências artísticas Campus Paulo Cunha e Silva, ESAP – Escola Superior Artística do Porto estreia 26 Fev 2026 Escola Superior Artística do Porto/Auditório
dur. aprox. 1:30
M/16 anos
dramaturgia e encenação Renata Portas
“Para mim representar é um combate. É kung-fu. Um combate contra si mesmo.” Kung-Fu, o solo autobiográfico de Dieudonné Niangouna, dramaturgo, encenador e ator congolês, testemunha o teatro como uma arte marcial, uma arte de combate: “É a fight.” Terão sido palavras como estas que, há mais de dez anos, Renata Portas ouviu na FLUP, quando Niangouna falava sobre como o teatro lhe salvara a vida. “Onze anos mais tarde, li várias peças e esta atravessou-me pelo nome, primeiro (imagens na retina: Bruce Lee, mais tarde, Tarantino, filmes com pipocas, a infância, carros e Steve McQueen).” Uma afinidade revelou-se assim, uma vez que o herói de Kung-Fu é um contador de histórias de filmes (não só de kung-fu, mas especialmente), de mil aventuras vividas ou fantasiadas, um homem-palavra. “Depois de tanto contar filmes, acabei por me contar a mim próprio.” O Kung-Fu de Renata Portas, com Diogo Tormenta a encarnar o solo, leva-nos a participar do combate, a insistir no teatro. “A vida é o que eu ponho no palco. Falar de dentro de mim. Falar fora de mim. Para falar às pessoas.”
interpretação Diogo Tormenta tradução Regina Guimarães apoio ao movimento Isabel Ariel desenho de luz Rui Quintas Azevedo, Renata Portas vídeo Vasco Monteiro figurinos Público Reservado fotografia João Coles grafismo e comunicação lina&nando produção executiva Carla Gomes produção Público Reservado apoio Fundação GDA – Apoio à Criação, Escola Superior Artística do Porto residências artísticas Campus Paulo Cunha e Silva, ESAP – Escola Superior Artística do Porto estreia 26 Fev 2026 Escola Superior Artística do Porto/Auditório
dur. aprox. 1:30
M/16 anos
Advertisement
Where is it happening?
Teatro Carlos Alberto, Rua das Oliveiras 36, 4050-448 Porto, Portugal, Porto
Event Location & Nearby Stays:
Know what’s Happening Next — before everyone else does.
Host or PublisherTeatro Nacional São João















