LUÍS FIRMINO - O REGRESSO AO ALGARVE - Música de Cabo Verde
Luís Firmino é cabo-verdiano e um músico bastante conhecido em Olhão. Aqui viveu durante vários anos e muitos se lembram de o ver a tocar mornas e coladeras com o seu cavaquinho e violão nas ruas da cidade. A República 14 foi um dos locais que o acolheu e as Noites Cabo-verdianas no pátio da associação foram um acontecimento relevante nos idos de 2019, 2020 e 2021 que deixaram saudades. Mais tarde dirige-se a Lisboa onde funda o colectivo "Acácia Maior".
Actualmente baseado em Cabo-Verde, Luís Firmino regressa agora ao Algarve para uma apresentação na República 14. Com Luís Firmino no cavaquinho, violão, voz vão estar Henrique Silva no baixo, Marcelo na guitarra e Nirr Paris na bateria.
Luís Firmino - Nota biográfica
O cavaquinho entrou na vida de Luis Firmino em 2014, como um
presente do seu pai, um gesto simples que viria a marcar
profundamente o seu percurso artístico. Já com experiência no
violão, a transição foi natural. No entanto, foi apenas em 2018,
durante a sua estadia em Algarve, que o instrumento revelou o
seu verdadeiro potencial.
Como músico de rua em cidades como Olhão e Fuseta, Luis
começou a explorar o cavaquinho como instrumento solista,
revelando uma capacidade singular de captar a atenção de
quem passava e de transformar o espaço público em momentos
de verdadeira ligação. Foi neste período que viveu uma das fases
mais marcantes do seu percurso, definida pela liberdade, pela
descoberta e por uma relação direta e autêntica com o público.
É também nesta altura que nasce a sua primeira composição
original, “Graças”, um gesto de agradecimento pelo caminho
trilhado, pela música e por todos aqueles que pararam para
escutar.
O cavaquinho esteve também no centro da criação do coletivo
Acácia Maior, onde Luis afirmou o seu talento como compositor,
com obras como “Amor Astral”.
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