Apresentação do livro “Estátuas na Praça” de João Habitualmente
Schedule
Sat, 25 Feb, 2023 at 05:00 pm
Location
MIRA FORUM | Porto, PO
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Apresentação do livro “Estátuas na Praça” de João Habitualmente no dia 25 de Fevereiro pelas 17h, no MIRA FORUM. A sessão de apresentação contará com a presença de João Habitualmente, de Rui Spranger e Isaque Ferreira.
“Estátuas na praça” é o quinto livro de poesia de João Habitualmente. Pelo meio há a presença em coletâneas várias e uma antologia em nome próprio (“Um dia tudo isto será meu”, 2019), bem como a publicação noutros registos (crónica de imprensa, microficção, diário, conto). Um poeta lento em tempos de fast food e de fast thinking; um poeta que ri em tempos de distopias; um poeta que sofre em tempos de frivolidade à solta nas redes. A poesia não salva – não salva nem vende. Mas é preciso continuar a fazê-la, é preciso continuar a gritá-la.
No dia 25 de fevereiro, no MIRA, estarei com duas criaturas que conheci há muito nas noites de poesia do Pinguim. O sábio passar dos dias aconselhou-as a tornarem-se minhas amigas: Rui Spranger e Isaque Ferreira. Gosto mais do Rui a ler, mas gosto mais do Isaque também a ler. Os dois gostam do que escrevo. Agora vamos ao Mira para conversar. Que sorte temos os três”
João Habitualmente
A edição é de setembro de 2022 e da APURO – Edições.
NOTAS BIOGRÁFICAS
JOÃO HABITUALMENTE
João Habitualmente nasceu no Porto em 1961 e vive em Gaia. Publicou os primeiros textos na revista Pé-de-Cabra em 1984, onde era Célio Lopes na prosa e João Habitualmente na poesia. Com o fim da revista em 1992 desaparecia também o Célio Lopes. Em 1994 surgem os dois primeiros livros de poesia, Os sons parados e Agradecemos (reunidos no mesmo volume) e o último em 2016, Poemas físicos da frente para a retaguarda na curva interior da estrada. Pelo meio aparecem Os animais antigos (2006), De minha máquina com teu corpo (2010) e Poemas em peças (2014). Da participação em obras coletivas destacam-se Diga 33 – os poetas das Quintas de Leitura (2008), Antologia da cave – 25 anos de poesia no Pinguim café (2013) e As vozes do silêncio (2017).
O seu percurso mostra no entanto desobediência aos géneros literários, recusando a fidelidade a algum deles. É assim que publica conto (Os pulsos fistréticos – contos maléficos, 2016), microficção (Notícias do pensamento desconexo, 2003 e Mais notícias do pensamento desconexo, 2014), diário (Coisas do arco da ovelha – pequeno tratado do banal familiar, 2014), cadernos de viagem (Pelo Rio abaixo – crónica duma cidade insegura, 2001) e crónica jornalística (Escrita perecível, 2007). Estes dois últimos têm a assinatura de Luís Fernandes, mais próximos que estão da atividade profissional do autor enquanto psicólogo e especialista do comportamento desviante, área que ajudou a fundar em Portugal, e enquanto cronista de imprensa (O Comércio do Porto no final dos anos 90 e O Público entre 2002 e 2006).
(WOOK)
ISAQUE FERREIRA
Porto, 1974.
Leitor de poesia. Programador cultural. Bibliófilo.
Uma das vozes assíduas nas Quintas de Leitura (Porto). Diz poesia em todo o lado. Coordena os Ciclos Música e Poesia e Oficina Locomovente da Poesia (FCM, Famalicão), Poesia na Relva (Paredes de Coura), Vozes Transeuntes (Correntes d’Escritas, Póvoa de Varzim). Integra Caixa Geral de Despojos e Stand Up Poetry. Responsável do laboratório Para que alguns a possam amar. Orienta os laboratórios Poesia Maldita e Expresso Poesia (Matosinhos). Coordenou homenagem a António Reis (Gaia) e Terças com Poesia (Figueira da Foz). Programador do REALIZAR:poesia (Paredes de Coura), MANIFESTUM arte de dizer (Valongo), JUSTIÇA em Poesia & Música (Tribunal da Relação do Porto). Curador de MIL ANOS ME SEPARAM DE AMANHÃ – viagem ao universo de Mário de Sá-Carneiro no centenário da sua morte (Paredes de Coura) e Reencontro com Vergílio Ferreira (Porto). Participa em Terceiro Pano (de João Filipe Jorge), Dia de Visita e A Bicicleta (de Luís Vieira Campos), As Cartas do Rei Artur (de Cláudia Rita Oliveira) e Decrescente (de Saguenail). Antologiou a obra poética de João Habitualmente Um dia tudo isto será meu, Língua de Mar, Esses Ossos e Voz Própria. Dirige a EXEMPLO EXTREMO. Está a ler.
RUI SPRANGER
Nasceu em 1971 em Moçambique mas adoptou o Porto como sua cidade em 1981. Tem dedicado grande parte da sua vida ao teatro e nesta área tem vindo a exercer funções de actor, encenador, dramaturgista, tradutor, produtor e director artístico. É dizedor de poesia e dedica-se também à programação, à edição de livros, à formação e ao coaching. Participou em vários filmes e séries televisivas e a sua voz tem dado corpo a documentários e spots publicitários. Actualmente é director artístico da Apuro – Associação Cultural e Filantrópica, da associação Maçã Vermelha, assessor da direcção artística da Seiva Trupe - Teatro Vivo e é o responsável, desde 2002, das noites de poesia do Pinguim Café no Porto. Integra o projecto musical La Lys – War songs e a sua poesia tem sido publicada em antologias, revistas literárias e jornais. Em 2016 saiu a plaquete “montanha-russa” da sua autoria editada pela Texto Sentido.
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Where is it happening?
MIRA FORUM, Rua Miraflor, 155,Porto, PortugalEvent Location & Nearby Stays:
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